5/2/09
Diagnosticar é o melhor remédio
Diagnóstico é a melhor saÃda para “investigar” aquilo que está errado ou em que nÃvel de conhecimento cada indivÃduo possui num determinado grupo de pessoas.
Assim sendo, o diagnóstico serve para profissionais atuarem em quaisquer áreas, principalmente na educação, onde educadores (antes de iniciar um trabalho que vise a produção do conhecimento) saibam ou identifiquem equÃvocos ou avanços para aplicar a metodologia mais eficaz.
Podemos, na praticidade das nossas vidas, executar um plano diagnóstico que nos possibilite apontar avanços ou insucessos com finalidades de superar ou avançar no projeto de vida desejado.
Viver a vida com motivação e procurando suprir supostas falhas é insistir em viver com toda intensidade corrigindo erros e construindo novos caminhos.
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As aulas começam na segunda feira. Hoje fui informado que terei em sala de aula uma aluna cadeirante. Até aà tudo bem, nada de anormal. Mas pelas informações, refere-se a uma menina que não dispõe de qualquer mobilidade ou controle das vias urinárias e intestinal. Não há problema, estamos aqui para sobrepor todas as barreiras e essa, com certeza, será sobreposta.
criado por profsergioferreira
16:36 — Arquivado em: 

Ah,havia feito um comentario tao bacana, mas perdi!!
acontece o seguinte:
fiquei parada diante de tanta riqueza de informações!!
com certeza, diagnosticar é a melhor saÃda!!
pois cada individuo, tem sua história,seja no setor social) seja na educação, temos as metodologias aplicaveis para alunos de vários niveis sociais,
q vem de familias diferentes, nem sempre o q é bom pra um,será legal pro outro…nao podemos julgar, nem propor nada
por fragmentos,só depois de uma análise profunda e séria é q podemos chegar numa
metodologia q seja aplicável!!!
na minha humilde opiniao de quase uma assistente social, o fator determinante para uma metodologia enriquecedora tanto pra docencia qto para alunos, seria trabalhar com a individualizaçao do ser,cada pessoa tem seu tempo sua hora, parace utópico, mas ja q estamos no Brasil…o mais próximo disso, seria a , trabalhar as diferenças como elos, nao como barreiras para transpor…
penso q qdo temos o diferente,o dificil, o inesperado(por ex. sua aluna deficiente,poderá
fazer suas necessidades fisiológicas na sala,mas q isso seja algo natural, nao barreira, seja
um ex. de q a metologia mais eficaz é o amor, é a “validação” do ser, escrevi sobre isso hj…
e acredito q vc SEJA esse elo,pois vc tem a metodologia nata, q é parte de sua essencia…
sua humanização…vc é um ser extremamente humano,eficiente,
acredito q planos, diagnósticos,sirvam sim, mas no sentido mais de ,de se ter um norte,uma visão técnica q é necessaria,óbvio..
mas a estratégia principal, nasce na hora, é a arte de sobrepor as diferenças colocando-se no lugar do outro e é esse o papel do EDUCADOR E DO ASSISTENTE SOCIAL.
E vc, voltou pra sala pra isso,pra ser esse exemplo a esses alunos q necessitam de regras,
de criticidade e aprender q a vida, é mais q uma “diferença”,
é unÃssona e todos somos um!!bjs
amo vc!!amei seu post!!maravilhoso!!
Comentário por Lane — 5 de fevereiro de 2009 @ 20:14
Oi, Sérgio
Desafios sempre aparecem para o nosso crescimento, assim penso. Acho que você também pensa assim.
Lendo sobre a aluna cadeirante me lembrei de algumas histórias de vida que leio no Correio Braziliense. Tem um aluno que é cadeirante, mas com nÃvel mental e intelectual normal, e consegui escrever um livro utilizando o lápis na boca. Se quiser que envie é só me dizer.
Tem também de uma professora com dificuldades visuais.
São histórias emocionantes.
abraços, boa sorte.
Comentário por paula barros — 5 de fevereiro de 2009 @ 23:38
Com certeza um obstaculo a ser vencido, mas um otimo obstaculo, uma pessoa assim poderia estar desistindo da vida, mas não, está indo a uma sala de aula pra aprender, se tornar alguem na vida, isso é lindo, e com certeza voce tambem vencerá junto com ela, assim, quando ela se formar, lembrará do professor que a conduziu ao sucesso…forte e fraterno abraço, e um excelente final de semana na paz de Deus…
Comentário por Everson Russo — 6 de fevereiro de 2009 @ 12:47